2019-10-14

As Dimensões Paralelas



ABSINTO XI

UMA PALAVRA DIREI sobre a quarta ou sexta dimensão, pois é muito importante que saibam sobre isso.
2 Porque a inversão do campo magnético não será apenas física, como também espiritual.
3 Porque o véu cairá, e o que separa os nossos mundos, este mundo físico do espiritual, simplesmente acabará.
4 Lembrai-vos das eras antigas, das eras dos deuses, do Egito, dos maias e astecas, das civilizações antigas que eles reverenciavam a deuses estranhos.
5 Pois naquela época o véu se econtrava caído, até que foi posto para que separasse o nosso mundo do mundo dos espíritos.
6 Portanto, as entidades fortemente atuam no psicológico das pessoas, não de forma física;
7 mas quando acontecer a inversão do campo magnético, a inversão de cada dois mil anos, o véu cairá novamente.
8 E então, veremos o mundo etérico, os anjos do Criador, presenciaremos os anjos caídos, visões de demónios e entidades; veremos cidades, civilizações no céu, cousas novas para nós outros.
9 E será justamente nessa hora que o adversário tentará mostrar-se como o Messias.
10 Sob a quarta ou sexta dimensão em vigor, a principal linguagem será a telepatia; assim conversaremos sem abrir nossa boca, uns com os outros, sendo esta nossa língua universal.
11 E tal acontecerá novamente na vindoura inversão, da qual não sabemos dia nem hora; e o véu entre os mundos cairá, e as pessoas ouvirão nossos pensamentos.
12 Houve até mesmo um filmograma sobre invasão de alienígenas, no qual não era possível pensar em algo sem que os extraterrestres os encontrassem.
13 Ficção tem mimetizado o mundo real, o que de fato é verdade.
14 Lembrai-vos que vossos pensamentos vos guiam, sendo os faróis dos vossos corações.
15 Então a telepatia será real e as pessoas ouvirão os pensamentos umas das outras;
16 Ao cair do véu, as entidades terão poder sobre a terra, elas comerão, beberão, relacionar-se-ão tendo intimidades com os humanos, e dessa forma repetirão façanhas de outrora.
17 Eis o grande problema para nós.
18 Como, pois, conseguiremos revertê-lo? Pois, havendo entidades com poder sobre a terra, não poderemos sequer pensar em coisa vã, muito menos pecar, pois o pecado mancha a alma.
19 Há algo incompreendido por muitos de nós, a qual chamamos jejum.
20 Jejuar é sagrado, algo de que precisamos sempre, pois limpa a nossa alma e espírito, que é o nosso sopro de vida.
21 Quando pecamos, manchamos o nosso espírito, e através dessa mancha as entidades nos encontram e assolam nossas vida. Porquanto, contra a pessoa deveras pecadora e com o espírito eivado de manchas, a entidade possui tremenda força ao ponto de fazê-la perder-se de vez.
22 Necessitamos jejuar, pois quando o fazemos e oramos pelo perdão de nossas faltas, confessando-as perante nosso Criador e sem dEle ocultarmos algo, nosso sopro de vida, nosso espírito é limpo, posto que é o Criador removendo a mancha de nós.
23 Há um dia a cada ano, ao qual os israelitas do passado chamavam-no Yom Kippur, o dia do perdão, o qual é dos dias o mais forte para remover os pecados e lavar as almas e espíritos no sangue de Yahushua nosso Mashiach.
24 Entretanto, ainda que seja fora desse dia, precisamos manter nosso jejum e purificações;
25 pois quando vier a inversão do campo magnético da terra, será bom estarmos isentos de impurezas, e nossos espíritos isentos de mancha, e que nossos pensamentos não sejam inclinados à maldade,
26 para que consigamos manter-nos longe essas entidades, e mantê-las longe de nós.
27 Creio muito que o Criador enviará anjos às pessoas justas para proteger as pessoas justas, porque ouvimos sobre os exércitos dos anjos no fim dos tempos.
28 Sabemos também que o Eterno colocará em nós uma marca espiritual, e através da marca espiritual do Eterno, nenhuma entidade conseguirá aproximar-se de nós, nem fazer-nos mal.
29 Para termos tal marca, precisamos estar sem pecados, pois o pecado mancha sua alma; precisamos estar em comunhão com o Criador, isto é, orar e fazer a vontade do Eterno; e precisamos jejuar para poder começar a lavar os nossos pecados.
30 Fazendo essas três coisas, conseguiremos nos aproximar do Criador, ser protegido por Ele e, quando o véu da quarta ou sexta dimensão vier a baixo, não seremos afligidos.
31 Porque iremos conversar por telepatia, veremos entidades, elas estarão mais presentes entre nós e poderão nos assolar,
32 mas para aquele que é justo, que permanece na palavra do Criador, e que já lavou os seus pecados, esse justo será protegido pelo Criador, pelo sinal do Criador e também pelos anjos do Criador a mando dele.
33 Destarte, é importante sabermos sobre estas cousas.
34 E embora não saibamos a que dia e hora, certamente sabemos que tal acontecerá.
35 Portanto é mister que nos atentemos a isso e, desde agora, comecemos a limpar-nos, cada qual de suas manchas de pecados, e assim, as entidades não consegurião tocar-nos.
36 Saibamos, pois, disto: tudo o que o Criador faz tem um propósito.
37 Pois quando ele falou-nos: não pequeis, não é porque o Eterno nos quer como robotas ou autômatos, fazendo tudo o que ele quer. A real e verdadeira razão sob o manto é a mancha criada no nosso espírito quando pecamos, uma mancha fétida e mortal, o que desperta a atenção de entidades que possam estar a vagar por perto.
38 E uma vez de posse de nossas vidas, tais espíritos malignos proliferam em nós como doença e praga; destarte, a malignidade do pecado é manifesta ao nosso entendimento.
39 Quanto ao pecado na nossa mente, esclareço-vos que, no presente tempo, o conteúdo de nossa mente e o nosso pensamento ficam guardados, e somente o Criador tem acesso a eles.
40 Todavia, quando o véu entre os mundos for rompido, falaremos por telepatia, e então não poderemos mais ocultar nossos pensamentos dos outros.
41 Vede pois o quão é mister começar a educar e moldar nossos pensamentos para a bondade, antes que a rupura do véu entre os mundos aconteça!
42 Não há, pois, mistério: precisamos estar em comunhão com o Criador, exercendo a Sua vontade, orando e jejuando. Nada mais é necessário, e desta forma, estaremos mais próximos de nossa salvação espiritual.

2019-08-08

A estrela de duas pontas


ABSINTO X

EIS QUE O DIA VEM no qual a esperança nas riquezas será abalada; e os que no dinheiro confiam serão decepcionados.
2 A estrela de duas pontas voará sobre os céus: como estrela cadente voará; de si mesma fará conhecida aos filhos dos homens.
3 E ela se expandirá, e num olho se tornará, o qual há de emanar uma luz.
4 E os que a virem a ela se prostrarão e a adorarão; e farão com que sejam mortos todos quantos não se encurvarem diante ela.
5 Eis que vem o dia de Gesara, a qual acompanhada vai de suas miríades; eis que Nesara se apresentará em breve a todos os povos.
6 Os que moram nas cidades se atemorizarão, contemplarão com os próprios olhos a vindoura tirania.
7 Drones voarão pelo ar, por sobre as ruas e por sobre as casas, e por entre os prédios, e por cima dos edifícios; pelas janelas entrarão como ladrão.
8 Eles tomarão nota de tudo e gravarão, e logo o farão saber às milícias iníquas o que se faz às escondidas.
9 E chamarão em reforço outra força; e os enforceiros da lei virão e se assenhorarão de quem às leis das cidades transgredir.
10 E as antenas de raios serão instaladas; e raio mortífero sairá delas e aos pássaros derrubarão e aos pássaros matarão.
11 Sim, das torres novas que em breve serão plantadas, que em breve serão montadas, sobre cujos alicerces serão levantadas;
12 e a estrela de cinco pontas emanará de si raios fortes, e raios mortíferos deles sairá.
13 E todo o povo o verá e perguntará por semelhante cousa; e dir-lhe-ão os atalaias, aos quais dantes desprezaram, se acaso puderem ser achados.
14 E alguns dentre eles, enfim, ao marasquino darão lembrança; e se aperceberão de que em verdade da verdade se lhes falava.
15 Bem como à prisca e ao alphonso, quando lhes diziam acerca do vindouro cataclisma, o qual já é passado.
16 Já não basta vós, ó mandatários do mundo, que afligis a saúde dos povos da terra com o raio das estrelas de quatro pontas?
17 Dias virão, nos quais de ninguém terei dó, e a ninguém mostrarei simpatia, nem de ninguém terei empatia; sim, de nenhum daqueles que fazem o mal.
18 Ser-lhes-ei porém por anjo da morte e por agente da destruição, e por soldado do poço do abismo, e por cavaleiro das trevas, e por juiz de suas maldades, e por executor das sentenças.
19 E esmigalharei ao que restar do plasma; e ao que não alcançar, dentre os que se escondem nas profundezas da terra, o meu fogo consumidor.



2019-07-14

A queda das urbes: o escape de Ariadne


ABSINTO IX

BUSCAVA, pois, Ariadne, uma forma de escapar daquele caos; e intentava seguir para a floresta.
2 Estava no litoral, e o bramido do mar era de um aspecto sombrio, o prenúncio de uma catástrofe.
3 Horas depois do grande tremor, descera ela do prédio, depois de tomar para si mantimento.
4 E levava consigo uma mochila com o que podia, não com muitos pesos.
5 E, saindo às ruas, o caos por toda parte, e ruas eivadas de destroços.
6 No dia anterior deixara seu carro no estacionamento; assim, pois, para lá seguiu.
7 E o lugar estava abandonado, pois de todos que lá estiveram nenhum ficou.
8 Muitos dos veículos haviam sido atingidos, inclusive o dela próprio;
9 vendo, porém, que os danos não eram extensos a ponto de inutilizá-lo, removeu-os da caçamba da picape; e assim entrou e o acionou.
10 Buscava uma rota para sair da cidade; todavia, o dispositivo orientador não mais funcionava.
11 Seguiu por uma rota, como que por instinto, para afastar-se do litoral.
12 Teve de seguir pelas bordas da estrada, e mesmo por fora dela; por entre os destroços do caos.
13 Com muita dificuldade seguiu, até que lhe faltou combustível; vendo que não mais havia, tomou as bolsas e, largando mão do carro, seguiu para as montanhas.
14 Tomou o caminho de uma linha de trem que encontrou e por ela seguiu; e não havia trens a circular.
15 Seguiu por horas até encontrar um refúgio numa rocha, e por ali ficou.
16 E um homem de vestes brancas resplandecia por entre as paragens;
17 Pelo que, vendo ele a moça refugiada por entre as penhas, logo encobriu a sua glória; e, aproximando-se dela, notou que dormia.
18 Tocou-a, pois, à testa, aprofundando-lhe o sono, para que nem tão cedo despertasse.
19 E a carregou nos braços, bem como às bolsas, e a levou dali, por quase mil quilômetros.
20 E a trouxe a uma terra das montanhas, próximo da morada de Chednacia; e pô-la ao pé duma árvore, junto ao rochedo maior; e ali a deixou e se foi.